Imagine olhar pela janela do seu apartamento na Rocinha e ver o futuro de dezenas de crianças esperando por uma oportunidade. Foi exatamente isso que o Leandro Martins, gerente do Leme Tênis Clube, fez.
Ao invés de deixar que raquetes usadas e bolas de tênis fossem para o descarte, ele enxergou nelas uma semente de transformação.
"Eu recebo muitas doações de sócios no clube. Como moro na Rocinha e meu prédio fica de frente para duas escolas, comecei jogando as bolinhas pela janela. Ver a alegria delas não tem preço", conta Leandro.
Mas ele sentiu que precisava de mais. Ele desceu, olhou no olho e foi ao encontro da garotada no pátio da escola. O resultado? Uma corrente de puro afeto. Hoje, o projeto alcança muito além do esporte: mães de crianças autistas e com outras condições especiais procuram o Leandro, vendo no tênis uma ferramenta de inclusão e carinho. ❤️
A história se repete (e se transforma):
Aos 12 anos, o próprio Leandro começou como boleiro no antigo Hotel Intercontinental, em São Conrado. O esporte deu a ele a profissão de Educador Físico. Hoje, ele devolve para o mundo tudo o que o tênis deu a ele.
Isso não é só sobre jogar tênis. É sobre jogar esperança.
💬 Quer fazer parte dessa corrente?
Se você tem raquetes, bolas ou materiais esportivos parados em casa, não descarte. Mande uma mensagem direta para o Instagram dele: @leolmfc_ e ajude a semear mais sorrisos!