"Prefeitura não libera autorizações para novos camelôs" é o que nos revelou, amiga da página. Ela trabalha como ambulante e ja pediu diversas vezes autorizacao para trabalhar com triciclo na Orla. Segundo a amiga, isso prejudica quem deseja trabalhar de forma honesta.
"Sem autorizacao além da covardia de material sendo levado, a gente sofre constantes ameaças de faccoes de onde cada camelô trabalha.
A chegada do programa Tolerância zero, no dia 16, que irá patrulhar e fiscalizar todos os comércios praticados na areia, calçada, praças e área litorânea está sendo questionado, justamente pelo fato da Prefeitura não liberar autorizações de trabalho. Sem poder trabalhar na Orla, alguns tem se perguntado "" como vou trabalhar?:
O movimento unido dos camelôs do RJ programou para às 11h, desta quarta feira( 8/7), manifestação em frente a prefeitura do Rio. Pelas redes sociais, o Muca justificou a manifestação :
"Apesar de ter aberto uma mesa de negociacão entre o MUCA. sua assessoria técnica universitária. e a SEOP com reuniões regulares há dois meses, a prefeitura nắc conseguiu dar nenhuma resposta à categoria. Os acordos feitos não foram cumpridos por parte do poder público, que segue removendo e impedindo milhares de trabalhadores de garantir o sustento digno de suas famílias.
Os alvos prioritários do momento: a Lapa e a orla da zona sul. Não é por acaso, são os territórios de maior ativo turístico da cidade. Enguanto o prefeito fala em segurança, fica nítido que o seu ataque é decorrente de um proieto de exclusão higienista. Todo mundo sabe que o turista tem preferência pelo camelô, um ativo cultural da cidade do Rio de Janeiro
Não é possível falar em ordenamento sem política de reqularizacão. Trabalhadores seguem na clandestinidade não por opção, mas por omissãc proposital da prefeitura, a mesma que depois alega promover "ordem pública" quando pratica repressão violenta à pais e mães de família."
